Segunda-Feira, 26 de Julho de 2021 às 08:56

Homem diz à polícia que ateou fogo em gato vivo após ser arranhado pelo animal

Caso foi registrado em Santa Albertina. Outro rapaz também foi levado à delegacia para prestar depoimento. Vídeo gravado pelos próprios suspeitos mostram animal agonizando.

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O homem que confessou ter ateado fogo em um gato vivo contou à polícia que resolveu cometer o crime depois de ser mordido e arranhado pelo animal. O caso foi registrado em Santa Albertina. Um vídeo gravado pelo suspeito mostra o animal agonizando. Na gravação, é possível perceber que dois homens estavam no quintal de uma casa.

Enquanto o gato permanecia no chão, aparentando estar ferido, um dos suspeitos pediu para o outro jogar álcool e riscar um fósforo. Em seguida, o animal começou a pegar fogo e não resistiu aos ferimentos. Policiais ambientais receberam o vídeo e começaram a fazer buscas na manhã de sábado (24) para tentar localizar a dupla. Os dois homens foram localizados e levados à delegacia de Santa Albertina.

Um dos homens disse à polícia que a ideia principal era abandonar o gato, mas agrediu e ateou fogo no animal depois de ser arranhado e mordido. Já o rapaz que estava junto no momento da gravação foi levado para a delegacia, mas acabou liberado.

Em entrevista, a dona do gato contou que o suspeito é seu ex-marido e recebeu o vídeo no dia 30 de junho. Ela também relatou que precisou sair de casa depois de ser agredida e ameaçada pelo homem.

Maus-tratos

Mesmo que o crime tenha sido cometido há quase um mês, o homem que assumiu ter ateado fogo deve sofrer consequências jurídicas. Além disso, ele foi multado em R$ 6 mil por maus-tratos a animais.

“Nos casos de crimes de maus-tratos, quando se trata de cão e gato, como é o caso, a pena é reclusão que vai de dois a cinco anos. Ou seja, é um crime inafiançável. Como não se trata de flagrante, essa pessoa foi ouvida e posta em liberdade, mas será instaurado um inquérito policial que apurará a responsabilidade criminal pela autoria desse crime”, afirmou o capitão da Polícia Ambiental Cassius José de Oliveira.

Com informações de G1.

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